sábado, 27 de junho de 2015

THE NEW ORDER OF AGES — Alexader Wilder - Credits Photo : NASA




Universal Brotherhood – June 1898

by The Theosophical University Press©

THEOSOPHICAL SOCIETY  PASADENA - US

 

 

All human progress is in circles, and never directly in straight lines. Such is the course of events, the order of the seasons, the career of the stars in the sky. After all advancing there is an apparent going backward; all growth has its periods of retardation, all ascent its descendings likewise. We find this abundantly confirmed by example in the brief space of human activity of which we have been able to obtain historic records. Where it has been imagined otherwise, we can find it only apparently so. Where there is evolution and manifestation, there has always been a prolific seed to set the development in motion. The fragrant Nymphaea, the creamy pond-lily, or the sacred lotus, may have sordid mud for its birthplace and maintenance, but it began with a rudimentary plant. The like is always engendered from its like.




We may be content, therefore, to contemplate ourselves as having a human ancestry all the way to remote ages. We are perfectly safe in relegating the simian races to their own, with the assurance of the Creed — "as it was in the beginning, is now, and ever shall be, world without end." The origin of human beings may be counted as from the source to which their nobler aspirations tend. The oak and the pine grow toward the sky, because the effort is instinctive in the seed. We have good reason to presume as much in regard to ourselves. In regard, however, to conjectures about dates and periods we do not care to speculate. The point in the past is yet to be found at which a memorial of human beginnings may be set. Indeed, it is a matter entirely beyond our power of thinking. We do well to rest content with deducing what we may from the facts at our hand, and from the intuitions with which we are endowed. There is innate in us all a desire and aptitude to learn what is beyond the scope of our present knowing. Our animal wants come first, and are peremptory, but the gratifying of them does not set us free from unrest. We are conscious that we are something else than brute animals, and it is manifest in the passion to know, and possess. The infant child will cry for the moon, explore the flame of the candle with his fingers, and pull the doll to pieces in order to find out the mystery of its construction. He even becomes curious about existence. I have heard a child that had attained to vocal speech discourse extensively and as from actual memory, of his residence and employments in the years before he was born. When, likewise, the phenomenon of dying is beheld, children become inquisitive about it, eager to know what has actually occurred, whether it is all or there is still living and being in some mode and form not plain to them. They are not willing to admit that the person is no more.




In this eager passion for more perfect knowing, and in these curious conjectures, are manifested the instinct of that life which is beyond time, and scintillations of the grander truth. The mind seems to exhibit the reflection of some concept, some memory of the Aforetime, and to have caught with it as by refraction from the other direction, an impression of the life continuing. From views like these the poet Wordsworth was prompted to write his memorable verse: "Heaven hangs about us in our infancy."
There has been in every people having as such a worship and literature, the memory or conception of a primitive period of felicity. "The races of men were wont to live as gods," says Hesiod. "Their life was devoid of care, labor and trouble; no wretched old age hung imminent over them, but with hands and feet always vigorous as in youth they enjoyed themselves without any illness, and when at last they died it was as though they had been overcome by sleep. They are now benignant demons hovering about the earth, and guardian spirits over human beings."



by The Theosophical University Press©

THEOSOPHICAL SOCIETY  PASADENA - US



quarta-feira, 3 de junho de 2015

Ricardo Maffia : O MAIOR RITO DE PASSAGEM INICIÁTICO : da Lagarta à Borboleta - do Comum ao Sublime


Um dos ritos de passagem mais profundos é quando a pessoa percebe a rapidez que a vida se desenrola. Muitos quando adquirem esta percepção tratam de jogá-la embaixo do tapete , mas ela fica lá e irrompe como uma forma de crise existencial em que poucos enfrentam . Esta crise gera uma depressão. Esta crise é da Ansiedade Sagrada.

Todos , não importa a cultura , grupo social , sistema social em um determinado momento se perguntam : De onde vim , o que faço aqui e para onde vou?

O vivenciar isto é como atravessar o abismo da existencia para perceber a imortalidade da alma e um plano pessoal. 




Muitos , espiritualistas até , quando chega este momento em suas angústias se perguntam: para que serve tudo isso? As pessoas nascem , crescem ,criam famílias e morrem. Para que ? Neste ponto surgem crises profundas.

Uma coisa é saber com o intelecto estas informações , outra coisa é vivenciá-las. Quando se vivencia isto , a princípio a pessoa recua espantada face à sua grandeza espiritual , que sente e ao mesmo tempo o terror de ter , apesar de saber teóricamente , que viver em  uma outra realidade no futuro.

O deslumbramento acaba e chega o momento de assumir o compromisso que tanto afirmou assumir. A Vida muda , ou melhor , a percepção dos acontecimentos ganha novos contornos e significados.

Tudo , tudo mesmo passa a ter um significado mais profundo. Os problemas familiares são compreendidos. As questões pessoais também. O importante é quem passa por este processo , valorizará mais sua família , mais o seu próximo , mais a importancia da vida , porque começa a compreender realmente.

Vive na eternidade mas compreende e valoriza o transitório que paradoxalmente é eterno. 

A morte é um alerta para consciencias que estão no despertar. É um alerta para valorizarmos o que é importante e valorizarmos o que não é ; o que não é importante é importante para sabermos como devemos e onde aplicarmos nossas habilidades , então até o que não é importante torna-se importante.

Quanto ao que é importante , é um lembrete vital para não esquecermos nossos dons e oportunidades. De qualquer forma isso é uma questão pessoal , íntima , em que sómente a pessoa será capaz de avaliar.

Quando ocorrem perdas surge a dor e dor é dor em qualquer lugar e dimensão do universo. Toda dor tem que ser respeitada . Na hora de dor as teorias caem por terra , só o saber real é que conta.

Nas perdas , a dor está presente tanto para quem vai como para quem fica.

Quem vai , quando chega do outro lado encontra com novos amigos e também reencontra-se com seus parentes e amigos desta e de outras realidades. Aí a pessoa para e pensa com lamento: quanto tempo perdi em algumas coisas ... Muitos até levaram estas coisas até a hora final. De qualquer forma depois de passada esta reflexão a pessoa viva do outro lado ganha força e se tiver gabarito de alma olha para o lado de cá e quer ajudar. 




Para quem fica , a dor é grande da ausencia e também surge a reflexão: poderia valorizar mais ou entender quem partiu. Fica uma esperança nebulosa quanto ao futuro.

No físico , a morte nivela a todos. Tanto os que estão em uma vida privilegiada quantos aos que sofrem vidas com restrições às mais diversas. Tudo fica igual.

Este Rito de Passagem quando assimilado em vida poderá conduzir a pessoa a nascer duas vezes em vida neste plano. É a verdadeira entrada para o Caminho da Iniciação. Uma vez passado por este processo de aparente morte psicológica a pessoa ressurge mais forte e plena.

Todos os afortunados que passaram por EQMs retornaram diferentes para esta vida. Mais brilhantes , com profunda compreensão dos significados desta existencia. Transformaram-se como a lagarta à borboleta.

Na Iniciação ocorre isto de forma diferente. A pessoa não passa por EQMs e sim passa por uma transformação psico-espiritual profunda. E isto é o que significa o que muitos falam sem saber : A Expansão da Consciencia. E é por isto que todo o verdadeiro Iniciado (a) jamais falará que é. Simplesmente não precisa , pois sua vida tornou-se o próprio Caminho




Estas pessoas passam por processos de mudança interior importantes , harmonizam a sua vida e estimulam o seu próximo.

Quando passam para o outro lado , passam conscientes e aptas à entrar em ação. Estes são os verdadeiros emissários do progresso planetário.

A morte , este Rito de Passagem ensina que deve-se sentir e valorizar a vida. Da lagarta à borboleta a vida é Una.


Ricardo Maffia